Reflexões
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O que aprendi com a leitura de A Biblioteca da Meia-Noite

A Biblioteca da Meia-Noite começa apresentando Nora Seed, uma mulher de 35 anos que vive tomada por arrependimentos. Apesar de ter muitos talentos, ela sente que falhou em tudo o que tentou ser ou construir. A vida dela é marcada por uma rotina cinza, depressão, ansiedade e pela sensação constante de ter decepcionado as pessoas ao seu redor.
Nora passa os dias remoendo decisões do passado e imaginando como sua vida poderia ter sido melhor se tivesse escolhido diferente. Aos poucos, ela vai perdendo o sentido de utilidade: é demitida do trabalho, perde pequenas responsabilidades que lhe davam propósito e, por fim, sofre uma perda emocional decisiva.
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Trabalhar com o que ama?

Arrasei nessa foto, né? 🥰 Petrópolis-RJ Eu percebi que sou a favor de as pessoas trabalharem com aquilo que amam, apesar de ter passado tantos anos afirmando que isso era inútil. Entendi que, na verdade, eu não acredito é no caminho que muitos escolhem. Essa decisão imatura de simplesmente rejeitar qualquer trabalho que não esteja alinhado com seus sonhos e esperar começar diretamente naquilo que amam.
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Quando a Fonte Seca (bloqueios criativos, crise profissional, etc)

Tem um tempinho que eu não escrevo por aqui. Na verdade, é porque eu não tinha parado pra refletir sobre nenhum assunto que eu achasse interessante o suficiente pra compartilhar com vocês. Além disso, dei uma pausa no projeto do mochilão — e tem me feito muito bem. Tenho cuidado mais da saúde, me recolhido um pouco… Mas hoje eu queria comentar sobre algo que eu tenho experimentado na minha vida — e que só fui perceber recentemente, quando comecei a ler o livro O Caminho do Artista.

